Eu não leio cartas esotéricas, não jogo búzios, não vejo coisas em
bolas de cristal.
Eu leio vidas.
Sou um ladrão de ideias.
Transformo-as em outras ou as continuo.
Talvez crie novas.
Sou parte da memória coletiva dos poetas (,,,) Ah, não escapam os que revelam pensamentos
intrigantes, inteligentes,
inéditos. Não escapam os ladrões
de atenção, nas esquinas (,,,(
Talvez eu provoque
sentimentos diversos ou nenhum, com minha arquitetura de palavras.
Sou um ser
único, sou um ser múltiplo (...)
Sou um
plagiador que não pode ser condenado.
(continua)Jane Costa de Souza autor
MINHA POESIA EM PROSA E VERSO blogspot
JANE COSTA DE SOUZA facebook autor
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