Passatempo
(fragmento)
(...)
No esgoto da vida
E eu ali sbmersa
Xeque-mate, não tenho saída
Ou tenho?
Levanto a tampa de aço
(...)
Dou uma braçada de afogado
Ela se me abre
Saio
(...)
Os roedores sugaram meu choro sangrado
As feridas até já se fecharam
Largo o passado e abro os braços
(...) foi tão fácil
(...)
Parece que quero rir
Ora, estou rindo
Estou vendo algo novo ali
Brilha, brilha, me chama meu nome
“Já estou indo”, digo
(continua)
Jane Costa de Souza autorMINHA POESIA EM VERSO E PROSA blogspot
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