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quarta-feira, 17 de outubro de 2018


(fragmento)
Nós
(...)
Quanto mais te odeio

Mais te amo

(...)

Mato-te a cada dia
Este luto  não acaba
Tu sempre revives!
(...)
Assentamo-nos  em paredes tortas
Tu sobrevives no delas gelado concreto  
Eu trinquei, esfarelei, estou  pó
E tu não cais!
Mas, cuida
O que não se apruma fatalmente um dia desaba
(continua)
Jane Costa de Souza  autor

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