(...)
"Ser Doçura" transformou-se em "Estar
Doçura".
Sendo assim, não se é mais mel. De abelha, se faz zangão. Assim, por algum culto ao passado, carrega-se
a coleta das colmeias. Não se é mais
produtora. Continua-se doadora, com ou
sem parcimônia, dependendo do estoque.
Não se consegue -
porque não se quer - mudar o novo jeito de ser. (CONTINUA)
Jane Costa de Souza autor
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