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segunda-feira, 15 de abril de 2019


(fragmento)
...
Passei um tempo apertando nós - só me sufocavam - na esperança de "somos nós".  Outro tempo amargando a ideia de que apenas tinha imobilizado a mim mesma.
....  desatar  era impossível, "mea culpa", tinha feito nós  após nós e ... estava tão sozinha de mim.  ... Cortei os nós... ... Caíam como correntes enferrujadas,  tão pesadas e já quase pó... ... Os nós- pó exorcizei no fogo de minha  libertação.
Hoje, sem compromisso de que deva existir qualquer amanhã, aprendi o que é eternidade..
(continua)
Jane Costa de Souza   autor


mINHA POESIA EM PROSA E VERSO blogspot
JANE COSTA DE SOUZA facebook autor
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