Bom poder, num
repente de perseguidores pensamentos escrever, sem cuidar do verso, ou do
texto, verter lágrimas ou risos das
dores, dos amores, das descrições ou indiscrições.
Sou uma vertente de infinitas sensações e, antes que elas me
afoguem, chovo-as em palavras, depois conserto a escrita, ponho pingos nos is,
vírgulas esquecidas, aspas, reticências . E lá fico eu e só vou descansar
quando acerto um ponto final.
(continua)Jane Costa de Souza autor
MINHA POESIA EM PROSA E VERSO blogspot
JANE COSTA DE SOUZA facebook autor
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Comecei a ler hoje, professora Jane.
ResponderExcluirPretendo ler todos, comecei pelo mais antigo, para ficar bem familiarizada com a sua obra, obrigada por compartilhar suas ideias e emoções, beijo.