[fragmento]
[...]
Menina-moça
[...]
Tanto amor no acervo de minhas amigas “para sempre” naquele inesquecível cotidiano, de livros, carteiras; sonhos, amanhãs, inocência malandra, ir ao banheiro do colégio pôr sutiã emprestado para um peito ainda liso [...] cambada [...], sem confidências de tristeza, algumas mentiras de felicidade [...], tomar o rumo, despedidas em beijos e calar segredos...[...] [...] tudo era possível, mágico! [...] e esperar o dia seguinte era o alento.
[continua]
Jane Costa de Souza autor
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