(fragmento)
Os lenços dela me assombram
Encantam-me
Quase espero a sinfonia
A cobra venenosa sair dançando
Dos lenços dela
Vieram num prazer tardio dela
Aqueles lenços?
Nunca soube tal apreciação
Colocava-os no pescoço?
Nos cabelos?
No bolso da lapela?
Jane Costa de Souza Versando em Prosa e Verso
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