(fragmento)
Quer
saber?
Ainda
procuro liberdade, acredite, na minha idade
Então
(?!?!)
Faço
versos, sem pretensão a poeta que fica na história
Uma
poetinha torta, às vezes presa numa palavra sumida
Passou
voando na cabeça e não voltou
Uma
viela sem saída, que me diverte ou enraivece
Por
vezes me solto em versos imprecisos, loucos
Sem
fôlego, faço parada no confessionário
Para
nada
São mais
vias fechadas
Trovas feitas
sem almejar estrelas
Nem as
dos homens, nem as divinas
Porque
Não há
saída
JANE COSTA DE SOUZA
Minha obra Versando em Prosa e Verso está nas plataformas Amazon, Americanas, Submarino na forma física ou e.book.
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